
Celso Júnior, talentoso companheiro desta e de outras grandes coberturas neste Terra, mais conhecido como Casinha, ou, ainda, Little House. Celso, o Casinha, testemunhou a dor e a glória, o delírio e êxtase de uns, a vergonha e tristeza de outros, na mais emocionante partida da Copa das Confederações até agora.
Emocionante por tudo que envolvia: o campeão do mundo, contra o da África, Itália e Egito, o choque de civilizações, no sub-texto o embate entre culturas, religiões, estilos de vida e de viver. Uma batalha sem mortos e sem feridos, como é, deveria ser sempre no futebol.
Para quem acha que isso não é, não foi nada, recomendo uma passada d’olhos pelas mídias italiana e egípcia.
Hoje é dia meia-boca para a seleção amarela. Treino cedo para quem não jogou, folga à tarde, para ir ver zebras e/ou quetais. Aproveito para publicar na sequência o testemunho de Celso Casinha Júnior.
Antes, mas não por último, uma mensagem:
Ela nasceu durante uma Copa do Mundo. A da França. Ela é inteligente, arguta, linda, legal, maravilhosa… Ela é tudo de bom. Ela deu, dá sentido à minha vida, me permite aprender todos os dias sobre a incomensurável capacidade que se pode ter de amar uma pessoa.
Para Luana, daqui da África, Feliz Aniversário e muitos beijos do papai.
A seguir, Casinha e o épico Egito 1, Itália O.
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